
Em 1971, Michael Hart digitalizou a declaração de independência dos Estados Unidos e teve uma grande idéia. Era o início do projeto Gutenberg um esforço voluntário para digitalizar, arquivar e distribuir obras culturais por meio das mídias digitais. Nascem assim os primeiros esboços do que seriam os e-books, cada vez mais famosos em todo o mundo. Mas quais as principais diferenças de um livro comum para um exemplar digitalizado?
A resposta pode ser simplificada em uma única palavra: portabilidade. Os livros em formato digital são facilmente transportados em CD-ROMs, pen-drives e cartões de minorias e podem ser transmitidos rapidamente por meio da internet para qualquer lugar do mundo.
Outra vantagem é o preço. Como seu custo de produção, transporte e armazenamento são inferiores, uma obra literária pode teoricamente chegar ás mãos do leitor por um valor até 80% menor do que um livro impresso ou até mesmo de forma gratuita.
Engana-se quem acha que os acervos digitais não têm muitos títulos. Lojas como a Amazon e a Ibook oui as brasileiras Saraiva e Cultura, disponibilizam diversos livros em suas prateleiras virtuais e, após o lançamento de tantos e-readers no mercado nacional, a tendência é que esse numero aumente cada vez mais.
Quase quarenta anos se passaram e muita coisa mudou. As cartas viraram e-mails, os telefones tornaram-se portáteis. O mundo clama por sustentabilidade e a ampla utilização de papel pode enfim ser substituída por um equivalente digitalizado. Quem ganha com a popularização dos e-books? A cultura, os leitores, os autores e o nosso planeta.
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